Innocence Project: a liberdade não é um fim

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Matilde Pais

Investigadora
"A vida corre-lhe bem, mas um dia acaba na prisão porque alguém disse uma mentira sobre si. Pode acontecer a qualquer pessoa"

Publicado a 10 Março 2010 em Direito

A vida corre-lhe bem, mas um dia acaba na prisão porque alguém disse uma mentira sobre si. Pode acontecer a qualquer pessoa.

 

   

 

O Innocence Project, uma associação sem fins lucrativos americana, ajuda a ilibar pessoas injustamente condenadas, através de testes de ADN, e colabora na reforma do sistema de justiça criminal, por forma a prevenir injustiças futuras. 

O Innocence Project foi criado em 1992, por Berry C. Scheck e Peter J. Neufeld, em parceria com a Faculdade de Direito Benjamin N. Cardozo da Universidade Yeshiva, Nova Iorque. Apesar de serem duas instituições autónomas desde 2003, o Innocence Project e a Faculdade mantêm uma forte ligação devido ao útil trabalho que os alunos têm desempenhado. 

O Innocence Project, como pioneiro nesta área, foi também o fundador da rede “Innocence Network”, um grupo de Faculdades de Direito, Jornalismo e advogados oficiosos americanos, que apoiam aqueles que tentam provar a sua inocência das mais diversas formas. 

Este projecto conta com apoios individuais, institucionais e da sua comissão de artistas que organiza eventos artísticos para angariar fundos e sensibilizar o público para a causa do Innocence Project. 

Até à data, 251 pessoas nos EUA foram libertadas com a ajuda do Innocence Project e dos testes de ADN. Estas pessoas cumpriram, em média, 13 anos de prisão injustamente antes de serem ilibadas.

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