"Indivíduos e mercados livres: para que as ideias certas vençam no longo prazo"
  • Diogo Duarte

    Jurista

    Diogo Guerreiro Duarte, n. 1989, é investigador no Contraditório, com particular interesse nas áreas do Direito, ...ler mais

  • Luís Faria

    Investigador e Presidente do Contraditório

    Luís Gonçalves de Faria, n. 1975, é investigador no Contraditório, do qual é co-fundador e pre...ler mais

  • Mariana Beija

    Investigadora

    Mariana Beija é investigadora no Contraditório think tank, principalmente em questões relacionadas com ciên...ler mais

  • Matilde Pais

    Investigadora

    Matilde Monteiro Pais, n. 1983, é investigadora do Contraditório, do qual é co-fundadora e vice-presidente. Termi...ler mais

  • Pablo Miah

    Economista e Investigador

    Pablo nasceu em 1988, em Baku, Azerbeijão (ex-URSS), e os seus pais eram do Bangladeche. É...ler mais

  • _Antigos Membros

    -

    Beatriz Gil-Schwandl ler mais

Sobre Nós

O Contraditório defende os direitos individuais e o direito de cada indivíduo à liberdade e propriedade. Concordamos que o papel do Estado é defender os direitos individuais, sem que ele próprio os viole. Defendemos a propriedade privada, o mercado livre e a tolerância. O Contraditório defende que todos os indivíduos devem ter a liberdade de viver as suas vidas e de concretizar o seu potencial máximo da forma que melhor entenderem desde que seja pacífica, tendo em conta a proibição do uso da força contra outros, excepto em legítima defesa, e honrando e respeitando direitos iguais de outros e as suas escolhas pacíficas.

O Contraditório defende que todas as relações humanas devem ser voluntárias. A esfera de acção do Estado deve ser por isso limitada, uma vez que o poder para fazer bem é também o poder para fazer mal.

 

Os princípios fundamentais da filosofia do Contraditório incluem:

Individualismo: O individualismo vê o indivíduo como a unidade elementar da análise social. Enfatizamos a dignidade de cada indivíduo, o que prevê a existência de direitos e responsabilidades. É um mal-entendido, tanto no plano ético como científico, pensar que o individualismo envolve um sistema de valores egoísta. O egoísmo ético é incompatível com a ideia de que os indivíduos são fins em si mesmos e com a defesa dos direitos individuais.

Direitos individuais: O princípio dos direitos individuais defende que as pessoas existem como fins em si mesmas e não enquanto meros meios para os outros se servirem. O uso da força, coerção ou fraude não devem ser praticados contra os indivíduos e os indivíduos têm o direito à protecção da sua vida, liberdade e propriedade e estes direitos não são concedidos pelo Estado ou pela sociedade.

Estado de direito: O Estado de direito serve para proteger os direitos dos indivíduos. Defendemos uma sociedade livre dentro da lei, na qual os indivíduos são livres de perseguir os seus próprios projectos desde que estes respeitem os iguais direitos dos outros.

Ordem espontânea: Acreditamos que a ordem numa sociedade emerge espontaneamente, das acções voluntárias e cooperativas de indivíduos que coordenam as suas acções com as acções de outros indivíduos, por forma a alcançarem os seus objectivos, a sobreviverem e a prosperarem.

Governo limitado: Defendemos um governo com poderes limitados e delegados pelos indivíduos. Acreditamos que tanto direitos como indivíduos devem ser protegidos dos governos.

Mercado livre: O direito à propriedade compreende o direito de trocar propriedade por mútuo acordo. Os mercados livres são o sistema económico de indivíduos livres e são necessários para a criação de riqueza. Os indivíduos têm de envolver-se na actividade económica para que possam sobreviver e prosperar. Os indivíduos serão mais livres e prósperos se a intervenção do governo nas escolhas das pessoas for minimizada.

Mérito: Um mundo mais livre seria mais meritório do que o mundo actual. Mais trabalho, trabalho árduo, trabalho de qualidade e mais e melhores ideias são conceitos meritórios e que criam valor. O mercado não é perfeito mas o mercado e o mérito andam de mãos dadas.

A virtude da produção: Se no passado houve reacções contra aqueles que viviam do trabalho produtivo de outras pessoas, agora defendemos o direito de quem é produtivo a manter o máximo dos frutos do seu trabalho.

Harmonia natural de interesses: Numa sociedade justa, os interesses entre pessoas pacíficas e produtivas são harmoniosos e as pessoas beneficiam ao ajudar os outros. A harmonia natural de interesses baseia-se na ideia de que os interesses individuais de longo prazo são harmoniosos na medida em que o interesse próprio promove também os interesses da comunidade.

Paz: Opomo-nos ao flagelo da guerra que traz morte e destruição, abala famílias e a vida económica, e é o inimigo comum de pessoas pacíficas e produtivas.

Fevereiro de 2013

 

Nem sempre as pessoas atribuem o mesmo significado à palavra liberdade. O Contraditório defende os direitos individuais, a liberdade individual e a liberdade económica. Esperamos que se envolva activamente e possa juntar-se a nós na defesa deste ideal.